
Palavras | Thiago Gouvea (2025)
“Toda verdadeira arte é experimentação, e, lamento contrariar muitos, toda verdadeira vida é experimentação, ninguém escapa.” Clarice Lispector
Uma nova “experimentação”. A literatura como ponto de partida para a pesquisa do teatro narrativo do teatro épico. É o que a Companhia Ensaio Aberto apresenta com “Palavras”, encenado por Tuca Moraes.
A atriz se deixa conduzir pelo pulsar de palavras, frases, memórias, sentimentos, e pensamentos, acumulados uns sobre os outros, como num espiral. Linguagem e sentidos vão se fazendo ali à vista dos espectadores. Tuca se deixa conduzir pelo encontro com o público tornando o espetáculo um experimento único. O diretor faz intervenções de som e luz que provocam a atriz.
O espaço cênico criado por J.C. Serroni é intimista com a capacidade para apenas 40 pessoas por sessão, iluminado por Cesar de Ramires. Beth Filipecki e Renaldo Machado assinam o figurino.
“É um enorme desafio se jogar no abismo de Clarice, no abismo do mundo sem nenhuma linha de vida pra te salvar. O experimento é uma enorme desconstrução e uma aposta no encontro com cada espectador. É também levar ao extremo a relação de confiança atriz/diretor. Eu me jogo. Se estiver me afundando, sei que o Luiz Fernando Lobo vai intervir. É um jogo de risco. Um jogo de verdade”, afirma Tuca.
Uma experiência delicada, fugaz, extrema, enigmática.
Palavras
Direção de Luiz Fernando Lobo
Com Tuca Moraes
Inspirado em Clarice Lispector
2026 e 2025 - Armazém da Utopia, Sala Sérgio Britto - Rio de Janeiro
2025 - Théâtre de la Concorde - Paris, França
2024 - Areninha Cultural João Bosco - Vista Alegre - Rio de Janeiro
2024 - Areninha Cultural Herbert Vianna - Maré - Rio de Janeiro
“Toda verdadeira arte é experimentação, e, lamento contrariar muitos, toda verdadeira vida é experimentação, ninguém escapa.” Clarice Lispector
Uma nova “experimentação”. A literatura como ponto de partida para a pesquisa do teatro narrativo do teatro épico. É o que a Companhia Ensaio Aberto apresenta com “Palavras”, encenado por Tuca Moraes.
A atriz se deixa conduzir pelo pulsar de palavras, frases, memórias, sentimentos, e pensamentos, acumulados uns sobre os outros, como num espiral. Linguagem e sentidos vão se fazendo ali à vista dos espectadores. Tuca se deixa conduzir pelo encontro com o público tornando o espetáculo um experimento único. O diretor faz intervenções de som e luz que provocam a atriz.
O espaço cênico criado por J.C. Serroni é intimista com a capacidade para apenas 40 pessoas por sessão, iluminado por Cesar de Ramires. Beth Filipecki e Renaldo Machado assinam o figurino.
“É um enorme desafio se jogar no abismo de Clarice, no abismo do mundo sem nenhuma linha de vida pra te salvar. O experimento é uma enorme desconstrução e uma aposta no encontro com cada espectador. É também levar ao extremo a relação de confiança atriz/diretor. Eu me jogo. Se estiver me afundando, sei que o Luiz Fernando Lobo vai intervir. É um jogo de risco. Um jogo de verdade”, afirma Tuca.
Uma experiência delicada, fugaz, extrema, enigmática.
Se você é pesquisador, quer ter acesso ou saber mais sobre o acervo artístico da Companhia Ensaio Aberto e suas produções, entre em contato com publico@ensaioaberto.com.




